Pilar de madeira laminada colada
EMS120 Pilar de madeira laminada colada
Pilar de 20x20 cm de seção e até 10 m de comprimento, de madeira laminada colada de pinus (pinus spp) com classe de resistência C20.
Preço

R$ 255,07

m
Exportação

Dimensões
Dimensão 'a' (cm)
Dimensão 'b' (cm)
Madeira
Classe de resistência

Insumo

Un

Descrição

Rend.

Preço unitário

Preço Insumo

mt07mel030cjn

m³

Madeira laminada colada de pinus (pinus spp) para pilar de até 10 m de comprimento, com classe de resistência C20, para um teor de umidade de 12%, segundo NBR 7190.

0,040

5.716,96

228,68

mo048

h

Carpinteiro de estruturas de madeira.

0,412

35,26

14,53

mo095

h

Ajudante de montador de estruturas de madeira.

0,206

33,32

6,86

 

%

Custos diretos complementares

2,000

250,07

5,00

Custo de manutenção decenal: R$ 45,91 nos primeiros 10 anos.

 

Total:

255,07


UNIDADE DE OBRA EMS120: PILAR DE MADEIRA LAMINADA COLADA.


MEDIDAS PARA ASSEGURAR A COMPATIBILIDADE ENTRE OS DIFERENTES PRODUTOS, ELEMENTOS E SISTEMAS CONSTRUTIVOS QUE COMPÕEM A UNIDADE DE OBRA.

Será evitado o contato direto da madeira com o cimento e a cal.


CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Pilar de 20x20 cm de seção e até 10 m de comprimento, de madeira laminada colada de pinus (pinus spp) com classe de resistência C20.



REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

Execução, controle e documentação:

-

 

ABNT NBR 7190. Projeto de estruturas de madeira.

-

 

ABNT NBR 15575-1. Edificações Habitacionais - Desempenho. Parte 1: Requisitos gerais.

-

 

ABNT NBR 15575-2. Edificações Habitacionais - Desempenho. Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais.



CRITÉRIO DE MEDIÇÃO DE PROJETO

Volume medido segundo documentação gráfica de Projeto, apoiando-se nas maiores dimensões transversais para as peças que não tenham esquadrias retangulares ou quadradas, e o comprimento incluindo as entregas.



CONDIÇÕES PRÉVIAS QUE DEVEM SER CUMPRIDAS ANTES DA EXECUÇÃO DAS UNIDADES DE OBRA


DO SUPORTE.

O teor de umidade da madeira será o de equilíbrio higroscópico antes da sua utilização em obra.



PROCESSO DE EXECUÇÃO


FASES DE EXECUÇÃO.

Implantação e marcação de eixos, nos pontos de apoio dos pilares. Colocação e fixação provisória do pilar. Aprumo e nivelamento. Execução das uniões. Verificação final do aprume e dos níveis.


CONDIÇÕES DE FINALIZAÇÃO.

O pilar deverá ficar vertical. O acabamento superficial será o adequado para o posterior tratamento de proteção. As cargas serão transmitidas corretamente à estrutura.



CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO.

Será evitada a atuação sobre o elemento de ações mecânicas não previstas no cálculo.



CRITÉRIO DE MEDIÇÃO EM OBRA E CONDIÇÕES DE PAGAMENTO

Medir-se-á o volume realmente executado segundo especificações de Projeto, apoiando-se nas maiores dimensões transversais para aquelas peças que não tenham esquadrias retangulares ou quadradas, incluindo no comprimento as entregas. Consideram-se incluídos todos os elementos integrantes da estrutura assinalados nos desenhos e detalhes do Projeto.



Classe CONAMA (a)

Código IBAMA (b)

Tipo

Peso (kg)

Volume (l)

B

17 02 01

Madeira.

0,035

0,032

   

Resíduos gerados:

0,035

0,032

B

17 02 03

Plástico.

0,002

0,003

   

Embalagens:

0,002

0,003

   

Total resíduos:

0,037

0,035

(a) Classe segundo a Resolução nº 307/2002 do CONAMA

(b) Código segundo a Instrução Normativa n.º 13/2012 do IBAMA